Arctic Monkeys dá um empurrãozinho e a venda de discos de vinil ultrapassa um milhão de unidades no Reino Unido

Segundo estatísticas da indústria fonográfica britânica, pela primeira vez em duas décadas, as famosas bolachas atingiram o auge em  vendas.

Desde o começo do ano rolavam boatos e expectativas quanto ao renascimento do vinil, portanto colecionadores, amantes, ou mesmo curiosos, podem comemorar! Desde 1996 não se via um burburinho tão grande em torno deste formato considerado obsoleto.

Os caras do Arctic Monkeys – que acabaram de passar por aqui – têm um grande papel nessa história. Os ingleses, com o brilhante álbum “AM” ocupam a primeiríssima posição em vendas do ano. A corrida ao topo não para. Esta semana, dados confirmam, em primeiro lugar, o recém lançado trabalho de David Bowie “Nothing Has Changed”.

Na semana passada, mais dados surpreendentes; O último disco do Pink Floyd, “The Endless River”, vendeu seis mil cópias na primeira semana, o recorde desde 1997, portanto o álbum vendido mais rápido do século.

O Brasil tem uma tímida, porém crescente participação na história atual das bolachas. Para começo de conversa, a única fábrica de discos da América Latina fica em Belford Roxo, Rio de Janeiro, a ótima Polysom. Cada vez mais artistas brasileiros investem em lançamento, como a Nação Zumbi, Pitty, Vanguart, Los Hermanos, Cachorro Grande, Matanza, Maria Rita, Ana Carolina e outros.

As estatísticas apontam para um crescimento consistente no país. Isso vem acontecendo desde 2010. Atualmente, segundo a Polysom, a fabricação mensal fica em torno de seis mil cópias. Não há uma estimativa exata do crescimento no Brasil, mas nos EUA, o formato vem crescendo 40% ao ano, e isso já é motivo suficiente para comemorar! Que o Brasil siga no mesmo ritmo! Viva a bolacha.

 

Foto: Divulgação/Internet

Comentários