Confira resenha da Festa da Firma com Magüerbes, Plastic Fire, Bullet Bane e Dead Fish

No último sábado, 13 de dezembro, na Clash Club em São Paulo, rolou a confraternização do hardcore e punk rock em 2014: a Festa da Firma, com as bandas Magüerbes, Plastic Fire, Bullet Bane e Dead Fish.

A primeira delas a subir ao palco foi o Magüerbes, banda de Americana. A primeira coisa que me surpreendeu foi o guitarrista Fabrizio Martinelli (ex-Street Bulldogs e Hateen).

O show foi bom, com músicas próprias e a todo momento o vocalista cantando com o público presente e interagindo bastante, show durou pouco mais de 30 min.

Em seguida a atração eram os cariocas do Plastic Fire e confesso que era uma banda que esperava e muito para ver e não decepcionaram o público presente. Tocaram músicas do seu atual  trabalho, “Cidade Veloz Cidade”, fazendo o show no meio do publico, interagindo com a galera, colocando muita energia em todas as músicas em pouco mais de 20 minutos. Foram minutos intensos, daqueles para lavar a alma.

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O Bullet Bane foi a terceira a subir no palco e realmente pude conferir a evolução música da banda tocando seu novo álbum, “Impavid Colossus”, e intercalando com algumas do “New World Broadcast”.

Os paulistanos colocaram o teto da Clash Club abaixo com toda pancadaria e energia nas letras e a loucura da galera. A apresentação teve pouco mais de meia hora de duração e foi o suficiente para mostrar que o Bullet Bane ainda tem muito o que mostrar e aparecer.

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Dead Fish foi o último a se apresentar e como sempre não decepcionou. Confesso que foi um dos melhores shows que fui deles. Tocaram um setlist um pouco diferente colocando 2 músicas novas: 578 passos e  Procrastinação.

A galera não parou um minuto durante a execução das faixas, inclusive das novas, e surpreenderam quando tocaram Reaprender a Andar, música presente no álbum “Zero e Um”.

Teve também Molotov, A Urgência, Bem Vindo ao Clube, Contra Todos, Queda Livre, Zero e Um, Proprietário do terceiro mundo, entre outras que não ficam de fora do repertório costumeiro do grupo. Em Mulheres Negras, uma fã subiu ao palco para cantar junto com o vocalista Rodrigo.

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Resumindo, foi um show foda, outro daqueles para lavar a alma como só o hardcore nacional sabe fazer. O bom foi que durou mais de uma hora e meia. e teve mais 1 hora e meia de show.

Gás total, energia, hardcore e punk rock fizeram a Festa da Firma para encerrar o ano com chave de ouro. Quem venham mais edições.

 

Fotos: Tiago Oliveira (Rock Noize)

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