Dead Daisies e Richie Kotzen embalam dia do rock em São Paulo

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O mês de Julho não é um mês qualquer, conhecido mundialmente como Mês do Rock, as principais cidades do mundo sediam grandes shows e festivais de rock, especialmente no dia 13, o dia do rock. E a cidade de São Paulo, capital nacional dos shows e do entretenimento, não podia ficar de fora, sendo assim, os que tiveram a disposição de sair de casa na última quinta feira a noite, foram testemunhas de um dos shows mais poderosos e esperados do ano.

A dobradinha Dead Daisies + Richie Kotzen, parecia quase um sonho para os amantes do clássico hard rock e que de fato veio para ficar na história. Com muito peso, energia e volume, as duas bandas dominaram o palco do Carioca Club e mostraram a que vieram.

O Rock Noize foi lá conferir e trazer um relato visual do que foi a noite mais rock n roll dos últimos tempos!

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Talvez o nome Dead Daisies pode não fazer muito sentido ou se você não for tão aficionado pelas últimas novidades do cenário hard rock, mas tenho certeza que você já ouviu falar o nome dos membros do grupo, então presta atenção no time de estrelas que compõe esse supergrupo.

Sendo um dos fundadores do grupo, o guitarrista australiano David Lowy, que já tocou com as bandas Red Phoenix e e Mink; ao lado dele, também nas guitarras, ninguém menos que Doug Aldrich, com sua extensa carreira ao lado de monstros como Dio, Whitesnake e Bad Moon Rising; no baixo, Marco Mendoza, também ex-membro do Whitesnake, Ted Nugent e foi o responsável por assumir o lugar do lendário Phil Lynott no Thin Lizzy; Brian Tichy nas baquetas, ex-membro das bandas Velvet Revolver, Billy Idol e Ozzy Osbourne; e por último, mas não menos importante, o vocalista John Corabi, ex Motley Crue e Brides Of Destruction!

Sejamos realistas, quais as chances de um time desse não fazer um som legal?! O show dos caras é algo monstruoso, do começo ao fim, esbanjando energia e entrosamento, é possível sentir toda a experiência dos caras do momento que eles sobem no palco até o último acorde que explode para fora dos amplificadores Marshall gigantes.

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Tocando músicas de sua curta, porém prolífica discografia, o grupo colocou os fãs para cantar e pular sem parar um instante, como a faixa de abertura “Long Way To Go“,  “Las Time I Saw the Sun” e “With You And I“. Com pouco mais de 1 hora de show e 11 músicas no set, o grupo ainda destilou alguns covers como “Join Togheter” to The Who, “Helter Shelter” dos Beatles e “Parasite” do Kiss.

Outro momento muito legal, foi o Meet & Greet promovido pelo grupo após o show, em um espaço ao lado da pista, onde os fãs puderam tirar foto, ganhar autógrafos e ganhar pequenos pôsters, mostrando extrema simpatia e apreço pela presença massiva dos fãs.

Ao contrário do que muitos imaginavam, o artista Richie Kotzen era o headliner da noite, eu mesmo inclusive imaginei que o Dead Daisies, por ser um super grupo, seriam a atração principal e que o guitarrista Kotzen seria a abertura.

Mas ledo engano meu e de muitos ali presente, que pensaram “como pode essa super banda abrir o show para o guitarrista solo?”… mal sabíamos o estrago que o power trio do Richie Kotzen faria no palco onde momentos antes a seleção de estrelas havia botado para quebrar.

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Quando o relógio já apontava as 22:30, as luzes se apagaram novamente e era anunciado o show do guitarrista americano Richie Kotzen, e como eu já comentei, os próprios fãs ainda se mantinham meio céticos sobre o show, já que haviam acabado de presenciar uma verdadeira aula de rock n roll, mas Kotzen e seus dois companheiros de palco não perdoaram.

Abrindo o show com a faixa de abertura do último disco, “Salting Earth”, “End Of Earth“, o cantor mostrou para os fãs o que poderiam esperar do show, ou melhor, do espetáculo!

Com praticamente duas horas de apresentação, o músico mostrou o porque de ser o headliner da noite, destruindo tudo e colocando a casa abaixo em uma apresentação de arrepiar e deixando os despreparados de queixo caído durante praticamente a noite inteira.

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Com um set que passeou por sua discografia que se estende de 1989, o que não faltaram foram clássicos e canções para arrancar coros e gritos do público, que não despregava o olhar por um segundo do palco. Com o saldo final de 16 músicas, posso destacar “Meds” com sua performance matadora no teclado, “Love Is Blind“, a dobradinha acústica “I Would” e “High“, “Fear“, “Help Me” e a faixa da encerramento “You Can’t Save Me” que além de levar os fãs as lágrimas, também levou alguns a loucura, por só se tocarem do horário, ao final da apresentação, quando puderam sair do estado de transe hipnótico, a 00:20!

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Dois showzões poderosos e que com certeza vão ficar na memória dos que tiveram a oportunidade de presenciar essa noite histórica!

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Fotos: Loos Photo/Divulgação

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