Entrevista Exclusiva We Are One Tour – “Foi muito bom ter todo o tempo do mundo para gravar, ouvir e poder fazer alterações(…)” diz Steve Rawles, vocalista do Belvedere

A edição de 2018 do festival We Are One está chegando e com ele a ânsia do público de prestigiar mais um grande festival matador como sempre, que esse ano irá contar com bandas de alto calibre como Pennywise, Comeback Kid, Dead Fish e Sugar Kane!

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Tivemos a oportunidade bater um papo rápido com o vocalista da banda canadense Belvedere, Steve Rawles, para conversar sobre o último disco, as passagens pelo Brasil e sobre o futuro da banda. Caso você goste dessas nossas entrevistas, fique ligado, pois em breve ainda conversaremos com as demais bandas que irão participar do festival!

Sendo assim, relaxe e aproveite:

RN – O Canadá é famoso por suas bandas de hardcore/punk rock e os fãs brasileiros amam quando elas vem fazer shows aqui. Quais são as suas maiores influências e inspirações da cena canadense?

Steve – Umas das primeiras apresentações que eu assisti foi no início dos anos 90 e todas eram em casas de shows bem pequenas, mas eu me lembro da primeira vez que eu vi o SNFU e se eu me engano, haviam talvez umas 500 pessoas lá. Aquilo foi selvagem! E me mostrou o que era uma banda de punk ao vivo, aquilo mudou a minha vida.

RN – Vocês já estiveram no Brasil ou na América do Sul antes? Quais sãos as expectativas para os shows dessa turnê?

Steve – Sim, será minha 4º com o Belvedere na América Latina e a 3º no Brasil. Me lembro de todas as vezes, simplesmente sensacional e com os fãs no limite máximo! Minhas expectativas são basicamente as mesmas de sempre, conhecer e encontrar pessoas legais, poder ir olhar os pontos turísticos e aproveitar as cervejas e os vinhos.

RN – A banda teve uma longa carreira entre 1995 e 2005 e voltando em 2012, qual foi o motivo para essa grande parada? Como os fãs receberam vocês desse hiato?

Steve – Bem, isso não foi uma parada para ser sincero, nós nos separamos e olhando agora, eu vejo que isso foi para o nosso bem. Muitas turnês e muito tempo dentro de um ônibus não nos davam tempo suficiente para balancearmos nossas vidas, em todos os aspectos que ela exige. Ao voltarmos tivemos uma excelente recepção! Nos sentimos muito sortudos por termos fãs tão fieis e por ainda termos chances de tocarmos nossas músicas.

RN – “The Revenge Of The Fifth” foi lançado em 2016, depois de quase 12 desde o “Fast Forward Eats The Tape”, como foi o processo de criação e gravação desse disco? Teve algo de nostálgico?

Steve – Olha, não sei se nostálgico é a palavra certa, mas foi um sentimento diferente, porque nós estávamos gravando tudo no estúdio do nosso baterista, Echo Base. Como nós não tínhamos prazos e programações, tivemos a oportunidade de fazer ao poucos, um pouco aqui, um pouco ali… Obviamente, por outro lado, isso nos levou “uma vida toda” para gravarmos o disco, mas foi muito bom ter todo o tempo do mundo para gravar, ouvir e poder fazer alterações, colocando sempre o melhor possível dentro do disco.

RN – A banda já tem algum plano para novos materiais ou todo o foco de vocês está na turnê para divulgar o último lançamento?

Steve – Nós ainda estamos em turnê de divulgação do último disco, mas já estamos sentando e conversando sobre escrevermos materiais para algo novo em breve!

RN – Muito obrigado pela atenção! Por favor, sinta-se livre para mandar uma mensagem para os fãs brasileiros!

Steve – Obrigado meus amigos! Nós mal podemos esperar para ver todos vocês!

Imagem – Divulgação/Internet

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