Resenha: o punk rock divertido do The Toy Dolls no Carioca Club

Após 8 anos de uma longa espera, o Toy Dolls retornou ao Brasil para uma série de apresentações energéticas e divertidas. Seja pela melodia, pelas cores chamativas ou pelos integrantes excêntricos e animados, o trio arrebatou um público de todos os estilos, gêneros e idades em um show sold out.

Depois da introdução um tanto quanto peculiar com “Hello”, do Lionel Ritchie (e não da Adele), Fiery Jack deu início ao espetáculo cheio de hits. Dentre eles, Bitten by a Bed Bug, Dougy Giro, Nellie The Elephant, She’ll Be Back With Keith Someday e Idle Gossip.

Durante uma música e outra, vários passos ensaiados entre Olga e Tom Gobber, uma garrafa de lambrusco gigante em Lambrusco Kid e um falso peito peludo do vocalista em Harry Cross (A Tribute to Edna).

Após uma performance peculiar e efusiva de Wipe Out, a primeira parte da apresentação se encerrou. Em seguida, um bis com Glenda and the Test Tube Baby e o hino Dig That Groove Baby.

E para a surpresa dos fãs, um segundo bis começou com She Goes To Finos e terminou com My Girlfriend’s Dad’s Vicar e uma chuva de bexigas encerra a noite regada à punk rock dos mais divertidos e atemporais que você possa imaginar.

Mas antes, duas bandas paulistanas aqueceram o lugar. Primeiro, foi a vez do Faca Preta, que cantaram músicas do seu EP como O Caminho das Ruas e São Paulo. Em seguida, Os Excluídos trouxeram seu punk mais melódico em canções como Eu Não Quero, KM77 e Um Dia Ideal.

Como saldo da noite, ficou um show histórico, cheio de amigos e alegria.

 

 

Foto: Divulgação/Internet

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