Vivemos uma experiência aterrorizante no Escape Room SP! Saiba como foi

Maria Rita Corain 2Imagine uma mistura de jogos de tabuleiro e filme de terror. Não, não é um tabuleiro Ouija, está mais parada um Detetive que tem que desvendar algo bem macabro baseado em um conto de um grande escritor, neste caso H.P. Lovecraft.

Foi nesse clima que nós aqui do Rock Noize, acompanhados de amigos, colamos no Escape Room SP e contamos um pouco dessa história – sem spoilers e menos ainda de como desvendar os mistérios da sala Harbinger.

Bom, a história se dá em um quarto onde uma cama no melhor estilo hospital psiquiátrico e manchada de sangue e um armário de muitas décadas atrás dão o tom. Os mistérios que envolvem a trama se dão por conta de um ritual feito por Willian Briden.

O clima é sinistro: fora a cama e o armário, há um rádio bem antigo, uma penteadeira com um relógio da época, paredes manchadas de sangue, com inscrições e códigos a serem decifrados e a trilha sonora, ah a trilha sonora, esta é impecável e dá todo o clima aterrorizante do local. É das caixas que saem sons tensos e uma voz assustadora que dá as dicas do que fazer durante o jogo.

Mas não pense que ser um iniciado em filmes de terror e histórias macabras vai fazer você se dar bem. Eu pensei, lego engano. A graça do Escape Room SP é justamente essa: viver é bem diferente de ver e mais, é bem diferente ter que resolver a treta toda em um tempo determinado.

Maria Rita Corain

É essa mistura de estratégia, pensamento rápido e uma equipe afinada que faz com que a experiência seja única. E por falar em equipe, não é aquela coisa de cada um por si. Pra começar todos têm personagens definidos e incumbências dentro do jogo, ao passo que todos resolvem o quebra-cabeças juntos.

No fim das contas a experiência é muito legal, você sabe que é um jogo, mas espera sempre por alguma surpresa e sai de lá como ficam as mocinhas e mocinhos no final dos filmes, satisfeito por ter resolvido – ou não – o mistério. É verdadeiramente tenso.

Uma dica que eu dou para quem quiser viver essa aventura é dar uma lida prévia antes, na história em que é baseada, na vida do autor e até dar uma conferida em algum filme que tem relação com o que você vai vivenciar ali dentro.

Assim você já entra no clima da parada bem antes dela começar! Ter esse universo vindo dos tabuleiros e telas é uma grande sacada e uma forma de reunir os amigos e ter longas histórias para contar depois.

Nosso saldo dessa aventura é: vale muito à pena!

 

Fotos:Maria Rita Corain (Divulgação/Internet)

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